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Como o ESG matou Odete Roitman e sua agenda?

Publicado em: 18/09/2025

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Fonte: Rede Globo

A grande questão dos anos 80 enfim de volta a tona, mas qual sua relação com o ESG?
Uma analogia do nosso Gerente de ESG Pedro Henrique Pereira.

O mistério dos anos 80 está de volta e com novo antagonista

A pergunta que parou o Brasil nos anos 80 ainda ecoa: Quem matou Odete Roitman? Mas talvez a questão mais intrigante não seja quem apertou o gatilho, e sim porque ela precisava morrer.

A priori, Odete Roitman não era apenas uma vilã de novela, mas também a personificação do capitalismo predatório, da ganância sem freios, da ética enterrada sob pilhas de lucros rápidos e irresponsáveis. Porém, e sua empresa? Um império construído sem qualquer preocupação com o meio ambiente, com direitos humanos ou com as comunidades impactadas. Todavia, agia como o ESG ao avesso, uma cartilha de práticas tóxicas que hoje nenhuma marca pode mais sustentar sem desmoronar.

Fonte: Canva

O conflito entre ESG e Odete Roitman

Sobretudo, Odete ria na cara da sustentabilidade, demitia sem justa causa, devastava ecossistemas, comprava políticos e zombava da transparência. Dessa maneira, seus relatórios eram tão maquiados quanto seus jantares de gala. Para ela, compliance era um capricho de empresas fracas.

Mas os tempos mudaram.

Hoje, quem insiste em agir como Odete Roitman, mesmo que viva no topo, corre o risco de ser cancelado, boicotado e até, metaforicamente, “assassinado” pelo próprio mercado.

De certo, estamos em plena era ESG: Ambiental — Empresas que não respeitam o planeta, simplesmente não têm futuro. Social — Negócios que ignoram o bem-estar das pessoas perdem relevância, clientes e propósito. Governança — Transparência e ética são a nova moeda de confiança.

Mas e na realidade atual?

Na atualidade, o assassino de Odete Roitman usa dados, engajamento, redes sociais e consciência coletiva. Dessa forma, é o consumidor que quer saber de onde vem o que consome, o investidor que cobra impacto socioambiental mensurável, o colaborador que exige inclusão, diversidade e dignidade.

Por isso, a pergunta “Quem matou Odete Roitman?” recebe uma nova resposta, que é: A evolução do mercado. Por certo, a consciência de consumidores, investidores e profissionais que hoje escolhem caminhar com responsabilidade, propósito e visão de futuro. Diante disso, não se trata de condenar o passado, mas de aprender com ele, dessa forma entender que o sucesso do presente está diretamente ligado à sustentabilidade do amanhã.

Porque, no mundo atual, as empresas mais fortes são aquelas que vivem os valores do ESG na prática e constroem um legado que vai muito além do lucro.

Odete Roitman ficou na novela. O futuro é ESG.

Fonte: Pedro Henrique – Gerente de ESG.

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